Com a ajuda do Centro de Astrobiologia de Madri, porém, Rennó tentará repetir o processo que leva à formação de água líquida, usando uma câmara pressurizada.No equipamento, será colocado um pedaço de metal resfriado a uma temperatura entre -60ºC e -70ºC.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Brasileiro simula Marte para "criar" água líquida.II
Com a ajuda do Centro de Astrobiologia de Madri, porém, Rennó tentará repetir o processo que leva à formação de água líquida, usando uma câmara pressurizada.No equipamento, será colocado um pedaço de metal resfriado a uma temperatura entre -60ºC e -70ºC.
Brasileiro simula Marte para "criar" água líquida.III
(Fonte: Felipe Maia/ Folha Online)
Físico afirma que aquecimento global afeta rotação da Terra
O aquecimento global é um dos fatores que influencia a desaceleração da rotação da Terra, mesmo que muito ligeiramente, devido ao aumento do nível dos oceanos pelo degelo dos pólos, o que está afetando as marés e as forças de atração gravitacionais com a Lua.
Em entrevista à Agência Efe, o astrofísico do Goddar Space Flight Center da Nasa (agência espacial americana) Fred Spenak, um dos maiores conhecedores de eclipses do mundo e autor de vários trabalhos para a previsão destes, explicou seu trabalho sobre a questão.
Outro dos fatores que, segundo o especialista, está influenciando nesta desaceleração da Terra, cuja rotação não possui um ritmo constante, e que se resolve em termos práticos a cada período de tempo com o ajuste dos relógios atômicos, tem a ver com a composição interna do planeta.
O centro da Terra abriga um líquido quente que faz com que, na rotação, ocorram espasmos arrítmicos, como se fosse um "ovo cozido sacudido, no qual a gema se movimentasse repentinamente de um lado a outro", e isso influiria nas forças de atração gravitacionais.
Espenak explica que o cálculo preciso da velocidade da Terra em sua rotação é uma das chaves para prever os eclipses, um fenômeno transcendental para os cientistas.
O astrofísico destacou "não só a beleza visual" dos eclipses solares, mas também "a valiosa ferramenta que representam para o estudo dos mistérios que perduram em torno da composição do Sol".
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3591628-EI238,00-Fisico+afirma+que+aquecimento+global+afeta+rotacao+da+Terra.html
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Físico declara que alienígenas podem estar debaixo dos nosso narizes
Um artigo publicado na revista Cosmos especula que uma “biosfera escondida” pode existir em nosso planeta, dando espaço para uma possível vida alienígena, noticiou o site Slashdot .
O físico da Universidade do Estado do Arizona Paul Davies sugere que os cientistas organizem uma “missão à Terra”, explorando locais inóspitos e de difícil sobrevivência para seres normais. “Não precisamos ir a outros planetas para encontrarmos vidas estranhas. Ela pode estar embaixo dos nossos narizes ou até mesmo dentro de nossos narizes.
É perfeitamente razoável esperar que encontremos uma biosfera escondida aqui na Terra, mas ninguém se deu ao trabalho de procurá-la até agora.”, declarou Davies na reunião anual da American Association for the Advancement of Science ( AAAS ) in Chicago.
“A questão é ‘por quê’? O custo não é alto uma fração do dinheiro que gastamos na procura de vida extraterrestre”, disse ao site BBC News . Davies ressalta que as mesmas ferramentas e experimentos que são utilizados para detectar novas formas de vida em outros planetas podem ser utilizadas na Terra, uma vez que só detectam elementos diferentes da nossa composição.
Cientistas dizem que a probabilidade de existir vida em outros locais do universo são medidas em uma escala que vai de 0 a 1, com 0 representando
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Ondas solitárias demonstram dilatação do tempo prevista por Einstein
Ondas solitárias
As ondas solitárias, mais conhecidas como sólitons, são ondas que não perdem facilmente energia e nem o seu formato.
Um pulso de luz, por exemplo, que é uma onda com picos e vales, tende a perder força quando transmitido ao longo de uma fibra óptica. É como se, depois de ter percorrido um pequeno trecho, a onda de luz começasse a "ficar achatada", até desaparecer. Isso não acontece com os sólitons (para entender mais, veja Descoberta mostra que sólitons, além de ondas, são partículas complexas).
Os sólitons já foram documentados em várias áreas da ciência, incluindo a óptica, a física da matéria condensada, a astrofísica e até a biologia, onde essas ondas podem ser observadas durante a transferência de energia no DNA.
Junção Josephson
E elas podem ocorrer também em uma fina camada isolante ensanduichada entre dois supercondutores - a chamada junção Josephson.
Agora, pesquisadores japoneses do Instituto Riken descobriram um novo tipo de sóliton no interior de uma junção Josephson que pode ser utilizada para medir os efeitos da dilatação do tempo.
Ondas solitárias demonstram dilatação do tempo prevista por Einstein II
Nessas junções ocorre um fenômeno chamado vórtice Josephson, um campo magnético localizado e espacialmente restrito que pode ser acelerado no interior do material. Quando o vórtice Josephson se aproxima da velocidade da luz naquele material, ele pode começar a sofrer efeitos relativísticos.
Um desses efeitos é a chamada contração de Lorentz, uma contração no comprimento dos sólitons. Mas, até agora, a medição do outro efeito relativístico - a dilatação do tempo - não havia sido conseguido experimentalmente.
"Tem sido difícil observar a dilatação do tempo para um vórtice Josephson em movimento porque nós precisamos de alguma coisa interna funcionando como um relógio para medir o tempo em seu quadro de referência," explica o professor Franco Nori.
"Nós não encontramos esse relógio nas junções Josephson tradicionais, mas nós descobrimos um que pode existir nos vórtices de junções Josephson grandes e largas," diz ele.
O "relógio" descoberto por Nori e seus colegas é uma onda não-linear que se propaga ao longo dos vórtices Josephson, pertencendo, portanto, ao quadro de referência do próprio vórtice. As excitações são associadas com distorções nos vórtices, podem assumir virtualmente qualquer formato e se mantêm por um longo tempo enquanto a onda está se propagando.
Segundo os pesquisadores, elas funcionam como uma espécie de ponteiro dos minutos de um relógio, mantendo o tempo no quadro de referência do sóliton em movimento.
Aplicações práticas
A descoberta tem grandes implicações, muito além de mais uma comprovação da Teoria da Relatividade. "Este efeito poderá ser utilizado para transferir informações e em guias-de-onda para [equipamentos operando na freqüência da] radiação Terahertz," dizem os pesquisadores.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ondas-solitarias-solitons-dilatacao-do-tempo-einstein&id=010130090216
Balão de teste quebra recorde de autonomia de vôo
Um balão de teste da Agência Espacial Americana (Nasa) que flutua nas brisas estratosféricas por sobre a Antártida bateu o recorde de autonomia de vôo para balões, em 8 de fevereiro. A marca anterior havia sido estabelecida em, 2005, quando um balão se manteve em vôo durante 42 dias como parte de uma experiência sobre raios cósmicos.
"Foi um vôo soberbo", diz David Pierce, diretor do programa de balões da Nasa no Centro de Vôo Espacial Goddard, em Wallops, Virgínia. "Estamos provando que balões são uma plataforma viável".
Os balões há muito vêm sendo uma maneira barata de os cientistas colocarem instrumentos em vôo acima de 99% da atmosfera, que perturba a maior parte das experiências científicas: perto do limiar do espaço, mas sem as despesas geradas pelos foguetes e pelo tempo longo de desenvolvimento dos satélites.
O calcanhar de Aquiles, porém, é o de que as experiências estão limitadas há alguns dias ou poucas semanas, antes que os balões comecem a vazar hélio e caiam de volta à Terra. Mas vôos de 100 dias são a meta declarada para o estilo de balão testado com esse mais recente protótipo.
Os revestimentos plásticos ultrafinos que envolvem esses balões de "super pressão" os selam à ação da atmosfera. O balão em forma de abóbora suporta as diferenças de pressão causadas pela oscilação diária de temperaturas por meio de cristas ou "tendões" que detêm sua expansão.
A maioria dos balões convencionais, cujas formas se assemelham às dos usados para transportar pessoas, estão abertos à atmosfera e flutuam em termos de altitude quando dia e noite se alternam. Isso restringiu vôos longos de balões convencionais às regiões polares nas quais dia e noite duram meses.
Mas mesmo lá, os balões podem apresentar variações de altitude da ordem de milhares de metros - e isso acarreta dificuldades de cálculo para os astrônomos.
